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Hotelaria e Turismo
WiFi que aguenta
Um hotel cheio põe centenas de dispositivos na mesma rede ao mesmo tempo.
Redes WiFi dimensionadas para ocupação real, separação entre a rede dos hóspedes e a da gestão, PMS a funcionar e intervenção fora das horas de check-in.
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Rede de hóspedes separada da gestãoLeia Mais ...Redes e CablagemCablagem estruturada e pontos de acesso
Instalação certificada com garantiaLeia Mais ...
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Setor da hotelaria
Informática para Hotelaria: WiFi, Redes e Videovigilância
Num hotel, a informática faz parte da experiência do hóspede. Um WiFi que falha no quarto aparece na avaliação online no dia seguinte; um PMS em baixo trava o check-in numa hora de ponta; uma câmara que não gravou transforma um incidente pequeno num problema sério. A DataRoad instala e mantém a infraestrutura tecnológica de unidades hoteleiras em Lisboa e no resto do país.
Porque é que a hotelaria não se resolve como um escritório
Um escritório tem um tipo de utilizador, um horário e uma rede. Um hotel tem hóspedes que mudam todos os dias, staff em turnos, sistemas de faturação que não podem parar e câmaras a gravar sem interrupção — tudo no mesmo edifício e frequentemente na mesma cablagem.
Paredes que não ajudam
Edifícios históricos, paredes espessas e pisos irregulares destroem a cobertura wireless. A solução é medir no local e colocar pontos de acesso por quarto ou por zona — não colocar um equipamento por piso e esperar pelo melhor.
Hóspede e operação não se misturam
A rede de hóspedes é pública por natureza. O PMS, os terminais de pagamento e a contabilidade não podem partilhar o mesmo espaço lógico.
Não existe hora conveniente
Não há sábado à noite livre num hotel. As intervenções fazem-se por fases, com plano de recuo e sem afetar quem está a fazer check-in.
A obra decide tudo
Em remodelações, a cablagem tem de ser planeada antes das paredes fecharem. Depois disso, cada ponto de rede em falta custa dez vezes mais.

O que fazemos numa unidade hoteleira
| Área | O que inclui |
|---|---|
| Cablagem e bastidores | Projeto e instalação de cablagem estruturada certificada, bastidores e distribuição por piso. |
| Wireless | WiFi 6 e WiFi 7 com pontos de acesso por quarto ou por zona, portal de visitantes e gestão centralizada. |
| Segurança de rede | Firewall e segmentação por VLAN entre hóspedes, staff e sistemas críticos. |
| Videovigilância | CCTV com gravação contínua, acesso remoto controlado e sinalização conforme com a lei. |
| Suporte contínuo | IT Unlimited — helpdesk e manutenção a custo fixo, com resposta rápida a incidentes. |
Densidade, não cobertura
A pergunta habitual é “chega o sinal ao quarto 214?”. A pergunta certa é “quantos dispositivos vão estar ligados nesse piso às 22h?”. Um hotel de 60 quartos tem facilmente 200 dispositivos em simultâneo — telemóveis, portáteis, televisões, tablets.
Dimensionar por cobertura dá um mapa bonito e hóspedes insatisfeitos. Dimensionar por densidade custa mais pontos de acesso e resolve o problema de vez.

Cablagem estruturada em hotéis: o que fica dentro das paredes
Num hotel, a cablagem é a única parte da infraestrutura que não se troca depois. Os access points substituem-se numa manhã, o switch troca-se numa tarde — mas o cabo que passa dentro da parede do quarto fica lá vinte anos. É por isso que a decisão de cablagem é a mais cara de errar e a mais barata de acertar.
Um ponto de rede por quarto não chega
A conta que costuma falhar é esta: um hotel moderno precisa de rede no access point do corredor, na televisão do quarto, na fechadura eletrónica, no termostato e no telefone. Quando se cabla a pensar só no Wi-Fi, dois anos depois há tetos abertos outra vez para passar o que faltou.
- Quartos — pontos para TV, telefone IP e domótica, além do access point de corredor.
- Áreas comuns — lobby, restaurante, esplanada e salas de reunião, com densidade calculada por ocupação e não por metros quadrados.
- Back-office — receção, housekeeping, economato e o bastidor onde tudo termina.
- Segurança — câmaras e controlo de acessos na mesma infraestrutura, em VLAN separada.
Quando o CAT6A se justifica, e a razão não é a velocidade
Instalamos redes estruturadas em CAT6 e CAT6A. Em hotelaria, a escolha do CAT6A raramente é sobre os 10 Gbps — é sobre o PoE. Os access points Wi-Fi 7 e as câmaras modernas puxam energia pelo cabo, e o CAT6A dissipa melhor o calor num feixe de dezenas de cabos dentro da mesma esteira.
Um cabo quente perde débito antes de dar erro: o tipo de avaria que ninguém diagnostica e toda a gente sente. Se está a decidir a categoria, escrevemos um guia sobre CAT5e, CAT6 e CAT6A.
Obra com o hotel cheio
Raramente cablamos um hotel vazio. Trabalhamos por pisos e por alas, com as passagens preparadas nas horas de menor movimento, para que nenhum quarto fique fora de serviço mais do que uma manhã. A receção e o PMS nunca param — são os primeiros a migrar e os últimos a mexer.
A certificação é o que separa uma obra de uma promessa
Cada ponto instalado é certificado com equipamento Fluke e entregue com relatório ponto a ponto. Sem certificação, um problema de rede no ano seguinte é uma discussão sem árbitro: pode ser o cabo, pode ser o switch, pode ser o access point. Com o relatório na mão, sabe-se. Explicámos porquê em porque certificar a rede não é opcional.
Projetos de cablagem em hotelaria
- LX Arch Hotel, Rua Augusta — instalação completa, Wi-Fi 7, CCTV e gestão IT.
- Nicola Rossio Hotel — rede, Wi-Fi, firewall e IT Unlimited.
- Wi-Fi para hotéis — a rede que os hóspedes elogiam e a que gere o hotel.
Redes wireless em hotéis: a avaliação começa no WiFi do quarto
Access point por quarto ou por corredor — e porque não é a mesma conta
A escolha entre colocar um ponto de acesso dentro de cada quarto ou servir vários quartos a partir do corredor não é uma questão de orçamento: é uma questão de construção. Paredes de betão, portas metálicas e casas de banho no eixo do sinal decidem por si.
Fazemos a medição no local antes de decidir, e depois cablamos em conformidade — porque mudar de ideias depois de fechadas as paredes custa outra obra. Instalamos redes wireless empresariais com pontos de acesso alimentados por PoE a partir do bastidor de piso, geridos centralmente.
Suites, salas de eventos e esplanadas pedem coisas diferentes
Uma sala de eventos com duzentas pessoas ligadas ao mesmo tempo é um problema de densidade que nenhuma cobertura de corredor resolve. Uma esplanada é um problema de exterior, com equipamento próprio para isso.
Um piso de suites é um problema de roaming, para que a chamada do hóspede não caia entre o quarto e o elevador. Dimensionamos cada zona pelo número de equipamentos previstos, e a geração de WiFi a usar sai dessa conta, não do catálogo.
A rede dos hóspedes não pode ver a operação
Todos os dias entram no hotel dezenas de equipamentos que ninguém controla. A rede de hóspedes tem de estar isolada do PMS, do POS, da videovigilância e dos equipamentos de staff — e os hóspedes têm de estar isolados uns dos outros dentro da própria rede de visitas. Configuramos o portal de acesso, os limites de utilização por sessão e a monitorização que mostra, antes de a queixa chegar à receção, que um piso está sem cobertura.
Projetos de rede wireless em hotelaria
No LX Arch Hotel, na Rua Augusta, o WiFi 7 para hóspedes entrou no mesmo projeto que a rede estruturada e a firewall, pronto no dia da abertura. No Ouro Rossio Hotel instalámos 30 pontos WiFi a par das 55 câmaras e da firewall. Escrevemos também sobre WiFi para hotéis e a separação entre rede de hóspedes e operação e sobre redes wireless para hotéis em Lisboa.
Videovigilância em hotéis: as imagens que o dia seguinte exige
Um hotel é um edifício por onde passam todos os dias dezenas de pessoas que ninguém conhece, com acesso a corredores, elevadores, estacionamento e áreas comuns a qualquer hora.
Quando alguma coisa corre mal — uma bagagem que desaparece, um dano num quarto, uma discussão à porta do bar, um encontrão no parque —, a diferença entre resolver o assunto em dez minutos e arrastá-lo durante semanas está em haver, ou não, imagem utilizável do momento certo. É por isso que instalamos videovigilância profissional na mesma altura em que instalamos a rede: as câmaras dependem dela.
Comece pelo objetivo, não pelo número de câmaras
Dissuadir, identificar alguém, verificar um processo ou constituir prova são objetivos diferentes e dão projetos diferentes. Uma câmara panorâmica que cobre o lobby inteiro serve para saber que houve movimento; não serve para dizer quem foi.
Numa unidade hoteleira, os pontos que quase sempre exigem identificação são a entrada principal, a receção, os acessos aos pisos e a saída do estacionamento — e são esses que precisam de enquadramento ao nível do rosto, com atenção ao contraluz das fachadas envidraçadas. O resto do edifício resolve-se com cobertura de passagem. Duas câmaras bem apontadas às entradas valem mais do que dez a filmar espaço vazio.
Onde a lei diz que não
A videovigilância de um hotel é tratamento de dados pessoais e há linhas que não se atravessam: quartos, casas de banho, balneários e zonas de descanso do pessoal ficam de fora, e a captação não pode estender-se à via pública.
Acresce a sinalização visível antes de cada zona vigiada, um prazo de conservação definido e efetivamente aplicado, o registo de quem consultou que imagens e a informação devida aos colaboradores — a finalidade não pode ser controlar o desempenho de quem lá trabalha. Tratamos disto na fase de projeto e entregamos o dossier de conformidade com o sistema, não depois de alguém reclamar.
As câmaras vivem na rede do hotel
Uma câmara IP é um computador ligado à sua rede e alimentado pelo próprio cabo. Daí saem duas decisões que se tomam ainda na fase de cablagem estruturada: os switches têm de ter margem de alimentação PoE para todas as câmaras — somar câmaras a um switch sem folga produz reinícios aleatórios que depois ninguém consegue diagnosticar — e o CCTV tem de ficar em rede separada da dos hóspedes, do PMS e do POS.
O tráfego de vídeo é contínuo e pesado, e os equipamentos de videovigilância estão historicamente entre os que menos atualizações recebem. Numa rede plana, uma câmara comprometida é uma porta aberta para o sistema de faturação.
Quantos dias precisa de conseguir recuar
A pergunta que dimensiona o gravador não é quantas câmaras tem: é quantos dias precisa de conseguir recuar. Essa resposta, multiplicada pelo número de câmaras e pela qualidade de imagem, dá o armazenamento necessário — e é aqui que a maioria dos sistemas fica curta, apagando exatamente o período que interessava.
Instalamos gravadores NVR com armazenamento cifrado, retenção configurada e cópia das imagens críticas, com acesso remoto no telemóvel e no computador por perfis de utilizador: a direção não vê o mesmo que a receção, e fica registo de quem viu o quê.
Projetos de videovigilância em hotelaria
No Ouro Rossio Hotel, em Lisboa, instalámos 55 câmaras com gravação contínua a par de 30 pontos WiFi e firewall, cobrindo entradas, corredores, receção, estacionamento e áreas exteriores. No LX Arch Hotel, na Rua Augusta, a videovigilância entrou no mesmo projeto que a rede estruturada, o WiFi 7 para hóspedes e a firewall, tudo a funcionar no dia da abertura e sob gestão contínua desde então.
Se quiser perceber as decisões antes de pedir orçamento, o nosso guia sobre projeto de videovigilância IP para empresas explica o que determina se as imagens vão servir para alguma coisa.
Como trabalhamos numa unidade em funcionamento
Levantamento no local
Medição de cobertura real piso a piso, inventário do ativo existente e leitura da planta com a direção.
Projeto e faseamento
Plano por alas ou por pisos, com janelas acordadas com a operação e plano de recuo para cada fase.
Execução
Cablagem, bastidores, ativo e configuração. Certificação de cada tomada com relatório entregue.
Operação
Monitorização permanente, helpdesk e revisão da cobertura sempre que a unidade muda de configuração.
Casos reais
Instalação informática completa: cablagem, WiFi 7, videovigilância e gestão IT contínua no centro histórico.
Infraestrutura de IT completa, cobertura wireless para hóspedes e sistema de videovigilância.
Rede wireless interior e exterior para hóspedes e cablagem informática estruturada.
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Perguntas frequentes
É preciso um ponto de acesso por quarto?
Nem sempre. Em construção moderna com paredes leves, um ponto de acesso pode servir dois a três quartos. Em edifícios antigos com paredes espessas, o ponto por quarto é frequentemente a única solução que funciona. Só a medição no local responde.
Podemos manter o nosso PMS?
Sim. Não vendemos nem substituímos software de gestão hoteleira. Tratamos da rede, da segurança e da disponibilidade em que ele assenta.
Quanto tempo demora a instalação numa unidade em funcionamento?
Depende do número de quartos e do estado da cablagem existente. Trabalhamos por fases — habitualmente ala a ala — de forma a nunca ter a unidade inteira afetada ao mesmo tempo.
A videovigilância cumpre a legislação?
A parte técnica sim: gravação fiável, prazos de conservação configuráveis e acessos registados. A sinalização e o registo do tratamento de dados são obrigações da unidade, e apoiamos na componente técnica de ambas.
Uma conversa antes de decidir
Quer esteja a resolver um problema concreto, a planear uma mudança ou apenas à procura de uma segunda opinião, começamos sempre da mesma forma: perceber o seu caso antes de propor seja o que for. Sem compromisso, sem jargão e sem catálogos.
Outros setores que acompanhamos
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- Informática para Escritórios e Multinacionais
- Informática para o Setor Público
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